Por que uma pessoa faz tanto sucesso, outras não? No caso de Michael Jackson, ele provou ter muito talento para a dança, e para a música. Mas quantas pessoas do seu tempo com muito talento, e não conseguiram ter dez por cento do sucesso dele, ou até mesmo nenhum. Provavelmente Michael estaria no lugar certo, na hora certa, e com as pessoas certas, que conseguiram enxergar nele uma promessa de grande sucesso, e por conta disso, investiram muito nele.
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
O por quê do sucesso de Michael
sábado, 25 de junho de 2011
Michael Jackson
A vida é sempre um mistério. Quando ainda criança, cantando bonito, Michael nem imaginaria que um dia ficaria muito famoso, e que seria um grande astro. Como também não conseguiria imaginar as transformações que viria a passar ao longo da vida, nem que morreria tão jovem. |
sexta-feira, 1 de abril de 2011
O lenhador
Fulano é chato, dizem alguns. Fala demais, conta a mesma história, longa demais, nos mínimos detalhes, e não deixa ninguém falar. Sicrano é ladrão, o outro assassino. Já aquele outro, é mal pagador. Não empresta dinheiro pra ele, que é fria. Beltrano é mentiroso. A mulher do cara é safada, sai com um monte de homens. Será que fulano, sicrano, beltrano, e a mulher tem realmente culpa do que fazem? Um cara bebe dia e noite, e não consegue largar o vício. Por quê outras pessoas não pegam esse vício? O que contribui para isso? Há pessoas que são gastadoras, torram tudo que tem, não conseguem segurar um pouco para passar o mês. Terão realmente culpa disso? Ou a resposta está na genética? Está nos seus genes. No filme O lenhador, Kevin Bacon, vive um pedófilo que gostava de molestar menininhas (criancinhas). Ficou preso 12 anos por isso. Ao ser solto, arrumou um emprego. Ele tinha consciência do seu erro, e sabia que não podia mais mexer com criancinhas. Mas é difícil pra ele resistir à elas, à tentação. Isso é considerado uma doença. Mas o que é uma doença? Nesse caso seria uma doença que mexe com a personalidade. Esse tipo de doença pode ser causado por defeitos genéticos? Não estou defendendo ladrões, assassinos, apenas me pergunto o porquê de algumas pessoas serem naturalmente boas, e outras, naturalmente ruins. |
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Alain Delon
Na minha juventude, até mais ou menos os trinta e cinco anos, fui muito ao cinema. Nunca pensei que um dia sentiria falta dessa época. Além dos cinemas no centro, havia um no meu bairro, distante trinta minutos de casa, a pé. Assisti muitos filmes policiais franceses. Sem o saber, apreciava o estilo deles. Um tipo de filme sem aquela ação, sem os exageros dos filmes americanos. Filmes franceses normalmente seguem um ritmo mais lento, mostrando com mais detalhes o dia-a-dia de alguns policiais. E assisti muitos do Alain Delon, que era o queridinho das moças na época. Mas ele sumiu. Geralmente vemos um ator envelhecer, atuar em papéis de idosos. Mas parece não ser o caso dele, sumiu mais ou menos no auge. Mas........ Hoje existe a internet, existe o google, e por conta disso, sempre há uma maneira de saber o que andam fazendo. Abaixo, alguns links. G1 - Alain Delon Wikipédia Uma lista de filmes em que participou, inclusive um de 2008 |
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Receita pra viver cem anos
*_*Pra viver cem anos Parte de uma receita, pra viver 100 anos, que achei no blog da Nanda, no Idade da Pedra: Amar. Isso nos faz sentir muito bem. Acredito que o amar aqui é querer bem as pessoas. Rir, muito. Principalmente de si mesmo. É mais fácil rir dos outros. Rir de si mesmo, é bem mais difícil. Será que um dia consigo achar uma maneira de rir de mim mesmo? Caminhar. Sempre, e sair pra passear. Gosto muito de andar, passear. Faço isso mais no inverno. Uma delícia por sinal. Mas no calor, a coisa complica. Procuro andar de manhã, que ainda não está tão quente. AQUI, texto completo no blog da Nanda. *_* Mágoa Meu sangue vira leite. É câncer. Acordo. Investigo na internet. Pode ser saúde, desde que não guarde mágoas dentro de si. Mágoas podem virar câncer. Mas como viver um mundo totalmente sem mágoas? O que é uma mágoa? Mágoa é quando nos aborrecemos com alguém, e nada podemos fazer pra resolver a situação. Somos obrigados a engolir. E fica aquele pensamento remoendo dentro de nós, toda a vida. Isso acaba fazendo mal. Por isso, até mesmo por questões de saúde, o melhor mesmo é perdoar, mas perdoar mesmo, lá dentro do coração. É seguir a cartilha que o Mestre falou. *_* Rap Não gosto de rap. Dizem que é uma música que se rebela contra a exploração dos pobres. Contra qualquer coisa que fazem ao pobre. As letras são pra fazer pensar. Música pra mim é pra relaxar. Não pra pensar, tensionar. Mas independente da letra, não gosto desse tipo de música. Música tem de soar bonita aos meus ouvidos. E sinceramente falando, ela não soa nada bonita. É apenas ritmo, uma batida, uma pessoa falando num ritmo mais rápido e melódico. Não consigo gostar de rap. Claro, não tenho nada contra quem goste. Como dizem por aí, música é questão de gosto, é uma questão pessoal. Mesmo havendo a questão pessoal, certos tipos de letras, tipo funk, é de um mau gosto terrível, que não deveria existir. |
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
A Estrada
*_* Relógio Tudo bem você estar caminhando numa rua qualquer, e uma pessoa lhe perguntar as horas. Mas tem gente que parece que gosta de fazer isso, apenas pra pentelhar. Um dia, estava carregando duas bolsas, pesadas, ocupando as duas mãos, e um sujeito teve a folga de me perguntar as horas. Eu teria de parar, colocar as bolsas no chão, pra poder informar as horas. Com certeza não era urgente pra ele. É pra pentelhar mesmo. É claro que não parei. Simplesmente chutei as horas baseado numa consulta minutos antes. E acho que ele não gostou. *_* A Estrada Era 2029. Um forte clarão destruiu quase toda a vida na terra. Sobreviventes, pouquíssimos. Não há animais, frutas. Os humanos não tem como se alimentarem. Passam fome. Muitos, com índole para o mau, se tornam canibais. Matam as pessoas que encontram pelo caminho, para se alimentarem delas. Na fome, se tornam piores que animais. É um mundo sem Deus. OBS: Sobre o filme acima, há alguns cientistas que afirmam que em 2029 há perigo de um grande asteróide de proporções gigantescas se chocar com a terra, fazendo um grande estrago. O mesmo pode ter acontecido anos atrás com os dinossauros. *_* Duas mulheres conversando Vendedora: tive de plantar o alho duas vezes. Na primeira, ele morreu. Compradora: É porque você não soube plantar na hora certa. Tem de plantar na sexta-feira da paixão. |
sábado, 2 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
crepúsculo
Assisti o filme "Crespúsculo", que conta uma história de vampiros. E pra minha surpresa, trata-se na verdade de um filme de amor. Não há violência, nem cenas sangrentas. Um mês depois, um colega de trabalho se interessou pelo filme, porque ouviu falar que a trilha sonora é excelente. Confesso que não prestei muita atenção nas músicas. Lembro-me que há trechos de música clássica, inclusive Debussy é apreciado pelo personagem principal do filme. Resolvi assistir o filme novamente, pra dessa vez prestar mais atenção à sua trilha sonora. Só que desta vez assistirei em partes, nos intervalos de minhas atividades. Até agora, assisti uns vinte minutos, e o que pude observar nessa fase inicial é que a música parece ser do estilo "word music". Música do Mundo. Inclusive, aprecio esse tipo de música. |
quinta-feira, 27 de maio de 2010
A estrada
Era 2029. Um forte clarão destruiu quase toda a vida na terra. Sobreviventes, pouquíssimos. Não há animais, frutas. Os humanos não tem como se alimentarem. Passam fome. Muitos, com índole para o mau, se tornam canibais. Matam as pessoas que encontram pelo caminho, para se alimentarem delas. Na fome, se tornam piores que animais. A paisagem é cinzenta, dia e noite, tanta faz na praia como na cidade. É um mundo sem Deus. *_* Sobre o filme acima, há alguns cientistas que afirmam que em 2029 há perigo de um grande asteróide se chocar com a terra, fazendo um grande estrago. O mesmo pode ter acontecido anos atrás com os dinossauros. |
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Sherlock Holmes - o filme
Um bom tema musical entrando nos momentos certos, e amarrado por um bom roteiro, ajuda muito a prender a atenção da platéia. Adaptado para os dias de hoje, mas mantendo as características principais do personagem. O ator também ajuda muito. E o Robert Downey Jr. tem se mostrado acima das expectativas. Na juventude, li muito os livros de Sherlock. Lembro que bem antes, achava que era besteira esses livros. Mas bastou ler o primeiro para descobrir como estava enganado. São histórias bem escritas, inteligentes, interessantes. Entrevista com o Roberto Downey Jr Entrevista com Guy Ritchie - diretor do filme |
sábado, 10 de abril de 2010
O Jardineiro Fiel
"O Jardineiro Fiel" foi aplaudido por crítica e público. Fui conferir. Não gostei. Primeiro, o título é enganoso. Parece se tratar de um filme leve, romântico. Não é nada disso. Dá muitas voltas. E a história é tensa, dramática, até mesmo, traumática. Pelo que senti, o público apreciou pela mensagem de combate a indústria farmacêutica que faz experimentos em cima das populações mais pobres, mais indefesas, mais abandonadas nesse mundo. Tudo bem. Concordo que deve haver denúncias contra qualquer tipo de abuso nesse mundo, principalmente em se tratando de vidas humanas. Mas o filme é simplesmente um filme. E como filme não gostei. Se mesmo tendo uma mensagem, fosse produzido de modo um pouco mais emocionante, tudo bem. No caso da mensagem, assistimos o filme hoje; amanhã vemos outro, e semana que vem outro, até aos poucos apagar a mensagem de nossa mente. Mesma coisa é o teatro. Gosto de ver comédias. Drama, por melhor que seja, nem pensar. Teatro é muito caro, e sair de casa pra se divertir, pagar caro um ingresso, pra simplesmente sofrer, ou pra refletir, não dá. Prefiro um livro, que lemos aos poucos por dias, e dá tempo pra pensar melhor. |
sexta-feira, 9 de abril de 2010
O padastro
Esse é apenas mais um. Mais um filme em que um psicopata engana a quase todos, e acaba matando a maioria. E o que sempre desconfia, ninguém acredita nele. É sempre assim. Mas uma coisa eu vi de diferente nele. O padastro - desse filme - é um sujeito que tenta ser simpático, dizer coisas bonitas, tenta ser sentimental, e se mostrar muito amigo. Na vida real, pessoas que normalmente tentam se mostrar muito amigas assim que conhecem alguém, e principalmente bajulam muito, não são de confiança. |
sábado, 23 de janeiro de 2010
Tarzan
As aparências enganam. Principalmente em se tratando de imagens. Principalmente se tratando de cinema. Uma vez assisti um filme antiguíssimo do Tarzan, com Johny Weismuler. Filme em preto e branco. Tarzan, como de praxe, nadava num rio boa parte do filme, e vez ou outra matava um jacaré a mão enquanto nadava. O ambiente parecia bem selvagem. Depois fiquei sabendo que o rio que Tarzan frequentava era na verdade uma grande piscina. |
quarta-feira, 8 de julho de 2009
O terceiro homem
Há certas músicas que parecem ficar para sempre. Tempos atrás, bem atrás, assisti um programa na tv que falava sobre cinema. E que mostrou um trechinho bem pequeno de filme muito antigo. O Terceiro Homem. E na cena mostrada, a música se encaixou perfeitamente com ela. Acabei gostando muito da música, e me interessando muito pelo filme. Muitos anos depois achei uma cópia da fita em bancas de jornais. Assistindo, cheguei na conclusão de que o filme não é aquela Brastemp, tirando a interpretação do Orson Wells, que o que segura ele é justamente a música que gruda nos nossos ouvidos por muito tempo. |
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Últimos momentos
Era dezembro de 1978. Fomos os quatro assistir o filme Grease, nos tempos da Brilhantina. Foi o último natal que passei com meu pai. Em novembro do ano seguinte ele se foi. Muito repentinamente. Gostei do filme, mas ele marcou um momento triste da minha vida. Por isso se tornou especial pra mim. |
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Efeito borboleta
Na primeira vez que assisti o filme "Efeito Borboleta" não gostei. Não entendi como a maioria absoluta gostara dele. Por conta do entusiasmo de muita gente pelo filme, resolvi assisti-lo de novo, quase um ano depois. E na segunda vez, acabei gostando. Parece que na primeira, como os elogios a ele eram muito grandes, criei uma grande expectativa em cima dele. Parece que eu esperava alguma coisa grande, excepcional, emocionante, mas não sei exatamente o quê. Isso costuma ocorrer com filmes cujo protagonista estamos acostumados a ver em determinado papel. O de um herói, que só faz o bem, nunca o mal. Foi o caso do filme "O caçador de andróides", com Harrison Ford. Estava acostumado com Indiana Jones. Ao vê-lo atuando num papel totalmente diferente, detestei o filme logo de começo. Anos depois voltei a assisti-lo nas reprises pela tv. E acabei gostando, principalmente de uma cena romântica no meio do filme, em que Harrison Ford toca piano e beija a sua possível vítima de assassinato. |
sábado, 6 de setembro de 2008
As luzes um verão
Estou assistindo um filme - "As Luzes de um Verão" - como se fosse novela. Aos pedaços. Devo ter assistido uns trinta minutos. A produção é francesa, o diretor e os atores são chineses ou vietnamitas, ainda estou em dúvida, já que são indiferenciáveis. O filme tem um ritmo bem lento, no estilo costumeiro de algumas produções asiáticas. Vez ou outra gosto de ver filme assim, em contraponto às produções americanas, que costumam ter um ritmo intenso, incessante e estressante. Dependendo do filme, além de assistir aos pedaços, após cada trinta minutos de exibição gosto de voltar ao início e assistir tudo de novo. Assim fixo e identifico melhor os personagens. Desse modo demoro bem mais pra terminar de assistir, costuma levar alguns dias. No filme, há um almoço em família comemorando o aniversário da mãe, já falecida. Se chama almoço de memorial. Pra aquelas bandas lá eles tem o costume de uma espécie de veneração aos antepassados. Isso me fez lembrar de uma experiência minha numa espécie de culto japonês, o "Perfecty Liberty", Contada aqui tempos atrás |
sábado, 10 de maio de 2008
No escurinho do cinema
Uma vez assistindo a estréia do Máquina Mortífera 3 no cinema, me acomodei nas últimas cadeiras. No meio do filme deu vontade de ir ao banheiro. Estava muito escuro. Não conseguia ver o caminho/degraus. Pisei em falso, tropecei, cai feio, fez um barulhão. Quando dei por mim estava atrás da cortina dos fundos. Ergui-me vendo apenas a cortina escura na minha frente. Os que estavam lá dentro não devem ter entendido nada, já que escutaram o barulhão, olharam pra trás e nada viram. Em consequência, fiquei mancando um mês. |
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Oscar 2008
Sempre acompanhava a premiação do oscar. Todos os anos estava por dentro da lista dos indicados. Este ano não sei porque passou-me totalmente desapercebido. Fiquei sabendo sobre a premiação um dia depois do resultado, num jornal da televisão. Pelo que sei, o resultado principal é mais ou menos o que segue abaixo: Melhor filme: Onde os Fracos Não Têm Vez |
sábado, 1 de setembro de 2007
Altas Horas
Minha mãe gosta muito de assistir filmes de cachorros e desenhos, no vídeo K-7 (grava os filmes que passam na tv), como em dvd. Geralmente os filmes caninos, salvo raríssimas exceções, são filmes infantis, próprios para serem exibidos durante o dia, ficando mais fácil pra minha mãe gravá-los, já que ela corta os comerciais. Estranhamente, o SBT programou alguns filmes caninos, como o Benji e o Fluke - Lembranças de Outra Vida, para exibição na madrugada, após as 03 horas. Estranho isso. Visto altas horas, programei o vídeo para gravar o Fluke. Para minha surpresa, ao verificar a fita no dia seguinte, descobri que o filme é legendado, impossível para minha mãe assisti-lo. Fluke é uma exceção, não é filme infantil, é assimilável pelos adultos, é um bom filme até, bonito, mas deveria ser exibido num horário mais acessível, e de preferência dublado. |

