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sábado, 30 de julho de 2011

Será?

"O arreio do cavalo estava solto, mas o animal disfarçava, fingia o contrário. Grito pra fecharem a porteira, mas custam a escutar. Finalmente ela correu pra fechar, mas o cavalo percebeu a intenção e em disparada a atropelou e fugiu."

Acordei.

No dia seguinte, estava trabalhando até mais tarde, estava tão concentrado, que quando percebi, e fui verificar, o local estava vazio, não havia mais ninguém no setor.

Tinha de esperar o vigia, mas justamente esse de hoje costuma se atrasar.

Deixo o cadeado da porteira aberto, mas fingindo estar trancado.
Num relance me lembrei do sonho do cavalo, e mudei de idéia, tranquei o cadeado.

- - -Textos de Outros Blogs (19)

*-*Misturação, com Karla
Haja capim - texto completo

"-Quantos rins nós temos?
-Quatro! - Responde o aluno.
-Quatro? - Replica o professor, arrogante,.........

-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala. - ordena o professor
a seu auxiliar."


Link do blog: Misturação

*-*Paula Li, para pensar certas coisas
Coisas que deveria fazer, e não faço - texto completo

"Eu não gosto de me exercitar. Mas deveria, é mais do que lógico.

Eu não sou religiosa. Sou totalmente desapegada de religião ou ritos. Não faço simpatias, rezo só às vezes, não leio a bíblia. Só acredito em Deus. PONTO."

Link do blog:

*-*Manual das Desencalhadas
Nomes dos blogs e sites daqui a 40 anos - texto completo

"Manual das encalhadas - Manual das enrugadas
Manual das mulherzinhas - Manual das vovozinhas"

Link do blog


sábado, 11 de junho de 2011

Madrugada

Havia pessoas sendo torturadas.

Acordo. Escuridão total. O rádio relógio mostra que são duas horas da madrugada. Me levanto. Vou ao banheiro. Estranho. A luz está acesa. Mas, nunca deixo a luz do banheiro acesa.

De repente, pareço ouvir a voz de minha mãe. Mas ela está a duas horas daqui, de carro. Pareço ouvir agora a voz do meu irmão vindo da casa do lado.

Por precaução, acendo as luzes de fora.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Receita pra viver cem anos

*_*Pra viver cem anos

Parte de uma receita, pra viver 100 anos, que achei no blog da Nanda, no Idade da Pedra:  

Amar. 
Isso nos faz sentir muito bem. Acredito que o amar aqui é querer bem as pessoas.

Rir, muito.

Principalmente de si mesmo. É mais fácil rir dos outros. Rir de si mesmo, é bem mais difícil. Será que um dia consigo achar uma maneira de rir de mim mesmo?

Caminhar. Sempre, e sair pra passear.
Gosto muito de andar, passear. Faço isso mais no inverno. Uma delícia por sinal. Mas no calor, a coisa complica. Procuro andar de manhã, que ainda não está tão quente.

AQUI, texto completo no blog da Nanda.

*_*
Mágoa

Meu sangue vira leite. É câncer.
Acordo.

Investigo na internet. Pode ser saúde, desde que não guarde mágoas dentro de si. Mágoas podem virar câncer.

Mas como viver um mundo totalmente sem mágoas?  O que é uma mágoa? Mágoa é quando nos aborrecemos com alguém, e nada podemos fazer pra resolver a situação. Somos obrigados a engolir. E fica aquele pensamento remoendo dentro de nós, toda a vida. Isso acaba fazendo mal.

Por isso, até mesmo por questões de saúde, o melhor mesmo é perdoar, mas perdoar mesmo, lá dentro do coração. É seguir a cartilha que o Mestre falou.

*_*
Rap

Não gosto de rap. Dizem que é uma música que se rebela contra a exploração dos pobres. Contra qualquer coisa que fazem ao pobre. As letras são pra fazer pensar.

Música pra mim é pra relaxar. Não pra pensar, tensionar.
Mas independente da letra, não gosto desse tipo de música.

Música tem de soar bonita aos meus ouvidos. E sinceramente falando, ela não soa nada bonita.

É apenas ritmo, uma batida, uma pessoa falando num ritmo mais rápido e melódico.

Não consigo gostar de rap.

Claro, não tenho nada contra quem goste. Como dizem por aí, música é questão de gosto, é uma questão pessoal.
Mesmo havendo a questão pessoal, certos tipos de letras, tipo funk, é de um mau gosto terrível, que não deveria existir.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Madrugada

Imagens ecoam na minha mente: pessoas sendo torturadas, sangrando. Acordo. São duas horas da madrugada. Silêncio sinistro lá fora. Me levanto, vou ao banheiro. Estranho. A luz está acesa. Mas nunca deixo ela acessa. De repente pareço ouvir a voz de minha mãe. Mas ela está a duas horas daqui. Do nada, pareço ouvir a voz do meu irmão vindo da casa do lado.

sábado, 22 de setembro de 2007

Mais do mesmo

"Dizem que sonho ruim a gente não conta dentro de casa ou acontece".....Frase curiosa da Nanda do blog
Idade da Pedra

Quando sonho sonhos ruins, tenho procurado contar pra alguém pra ver se desfaz. Não tenho certeza, mas tenho a impressão, assim longe, que alguns sonhos bem ruins e estranhos que se tornaram realidades, foram aqueles que eu não havia comentado nada pra ninguém. Esse sonho era pra mim ter comentado com algum colega do trabalho, e acabei me esquecendo. Publiquei pra ver se, desse modo, desfaz. Mas acho que não deu certo. Aconteceram coisas, não exatamente o sonhado, na verdade, bem diferente, mas com os mesmos tons nebulosos.

Não sou crédulo assim, nem fico cismado com qualquer sonho que venha a ter, mas, alguns costumam chamar a minha atenção ou pelo seu tom, ou pela repetência por várias vezes numa mesma semana.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Túnel

Sonhei que estava na roça. Dentro de um túnel. Havia muita umidade. Era noite. Tava muito escuro. Um dia desses passei por um túnel várias vezes em Santa Rita de Jacutinga, mas era dia. No sonho, houve uma morte, não me lembro de quem. Espero que não seja prenúncio de algo. Que seja apenas um sonho.

No sonho estava num túnel, perdido, não conseguia sair dali. Havia uma vaca por perto. Até que finalmente fui socorrido por uma família, típica da roça. Me deram comida, que estava muito boa, tempero delicioso. Lembrei de um almoço um dia desses num restaurante em Rio das Flores. A família que me acolheu, embora totalmente estranha, me fazia ficar totalmente a vontade. Geralmente as pessoas simples, da roça, tratam estranhos como se fossem velhos amigos.

No sonho, me lembrei dos tempos da minha infância e adolescência em que viajava muito para o sítio do meu pai em Minas. Desde aqueles tempos, nunca mais voltei. Mas ultimamente, ando pensando em voltar lá numa viagem de férias. Sei que muita coisa estará mudada, principalmente as pessoas, não reconhecerei mais ninguém. Mas quero sentir o lugar.

sábado, 27 de janeiro de 2007

Sonhos


Uma vez sonhei que o nosso cão pastor, Ringo, estava morrendo na minha frente, e eu sem poder fazer nada. Seis meses isso realmente aconteceu. Muito tempo atrás, vi em sonhos, uma tempestade se formar bruscamente. Na mesma época houve mudanças bruscas no trabalho que afetaram-me positivamente. Quando criança, sonhei que um boi perseguia-me, mas consegui escapar dele. Ao retornar pelo mesmo caminho, avistei o boi morto em pedaços. Tive pena dele, embora houvesse anteriormente perseguido-me. No dia seguinte, acordei com a notícia da morte de um senhor, que fora meu professor de catecismo, e por quem eu nutria admiração e respeito. Foi muito doloroso pra mim naquele tempo, ainda criança, conhecer a morte de uma pessoa querida.

Daí em diante, sempre fiquei atento aos meus sonhos. Alguns se tornaram realidade, outros não. Há certos tipos de sonhos que particularmente não gosto, como o com ônibus, que significa sucesso passageiro. E sempre que tenho esse tipo de sonho, o sucesso inesperado acaba sendo temporário. Fazer o quê?

Mas uma reportagem na televisão me chamou a atenção. Por ela constatei que muitos sonhos não se tratam de aviso algum, são na verdade reflexos de algo que está acontecendo no nosso organismo. Dois anos atrás estava bastante gripado, durante uma viagem a Caxambu e São Lourenço, e enquanto não melhorei, tive pesadelos noites seguidas. Ontem, sonhei praticamente a noite toda, e me lembro de todos. Um teve uma cena aterrorizante numa luta entre caranguejo e galinha (coisas de pesadelo), uma cena cruel, que me deixou um pouco preocupado, mas atinei que era resultado do calor intenso que fez a noite, e que provocou-me terríveis pesadelos.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2004

Madrugada

Imagens ecoam na minha mente: pessoas sendo torturadas, sangrando. Acordo. São duas horas da madrugada. Silêncio sinistro lá fora. Me levanto, vou ao banheiro. Estranho. A luz está acesa. Mas nunca deixo ela acessa. De repente pareço ouvir a voz de minha mãe. Mas ela está a duas horas daqui. Do nada, pareço ouvir a voz do meu irmão vindo da casa do lado.
CONCLUSÃO.
No dia seguinte ao sonho a chapa esquentou para o lado da minha irmã. Caminhava na feira, quando passou um cara correndo, perseguido por um outro armado de revólver. O que fugia caiu, e logo recebeu um montão de chutes do cara armado, que o arrastou a força e o colocou dentro do carro e zarparam com ele, só Deus sabe pra onde.