O Príncipe Pedro Augusto, filho de Leopoldina, irmã da Princesa Isabel, não teve sorte na vida, nasceu príncipe mas não virou rei. Mary Del Pryore dá mais detalhes no livro intitulado O Príncipe Maldito.
Dificilmente um filme é melhor que o filme, uma exceção é O sol é para todos, título do livro de Harper Lee que inspirou o filme. Apesar do filme ser excelente, o livro é muito bom, como garante o prêmio Pulitzer.
Um dia fiquei pensando como pode alguém ser tão criativo e escrever um livro chamado A guerra dos bichos.
Um dos livros que me fez viajar pela India foi Shiva, de A. B. Yehoshua. Pelo menos a metade foi bastante interessante.
Outro que viajei por um mundo desconhecido foi a obra de Airton Ortiz, que fala de costumes dos habitantes do Nepal, no livro Na estrada do Everest.
Levei uns três anos para ler A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan. Li no celular, no tablet e achei bem difícil ler assim. Única vantagem é que eu podia ler praticamente em qualquer lugar.
Algumas vezes o li numa rua deserta e mal iluminada enquanto esperava o ônibus sozinho no ponto.
1222, de Anne Holt foi um livro policial, despretensioso, mas bom de ler.
Depois li o meu primeiro romance chinês policial O olho de Jade, de Diane We Liang, tranquilo e gostoso de ler.
Xadrez, truco e outras guerras, de José Roberto Torero é um livro razoável, há coisas interessantes, há bons momentos.
Por que fazemos o que fazemos. Mário Sérgio Cortela. Esqueci o que li.
O conto de Aia, Margaret Atwood. Embora muito comentado, não gostei. Achei muito tedioso.
Detestei Complexo de Portnoy, do grande escritor americano Philiph Roth. Espero gostar dos próximos que pretendo ler.