Don DeLillo
Grande romancista americano
Narrativa recursiva, poética, surreal
Livros:
1 - Ruído branco (1985)
2 - Libra (1988)
3 - Maio II (1997)
Entrevista
Jonathan Franzen
Americano
Germanista
Texto realista, descritivo
Livros:
1 - As correções
2 - Liberdade
Leu:
Milton Hatoum - Dois Irmãos
Bernardo Carvalho - Nove noites
David Foster Wallace - Infinite Jest (achou incrível)
Entrevista
David Foster Wallace
1968-2008
1-
Corinne Hoffmann
1 - A Massai branca
Philiph Roth
1 - A marca humana
entrevista
Milton Hatoum
xxxxxxxxxxxxx
Livros:
1 - Dois Irmãos
Bernardo Carvalho
xxxxxxxxxxxxx
Livros:
1 - Nove Noites
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Persuasão, de Jane Austen
Persuasão, de Jane Austen Dica da Denise do Egito Denise do Egito-Twitter Resumo: endereço do site "Jane Austen começou a escrever Persuasão, seu último romance completo, após ter terminado de escrever Emma, e concluiu-o, em agosto de 1816. O livro foi publicado, postumamente, em 1818 e serviu como base do roteiro sobre o romance dos personagens interpretados por Sandra Bullock e Keanu Reeves, no filme A Casa do Lago, de 2006. Persuasão, costuma ser associado a outro de seus romances, A Abadia de Northanger, pois além dos dois livros terem sido originalmente publicados em um único volume, ambas as histórias são situadas na cidade de Bath, um balneário termal onde Jane Austen viveu de1801 a 1805. O enredo deste empolgante livro gira em torno dos amores de Anne Elliot que se apaixonara pelo pobre, mas ambicioso jovem oficial da marinha, capitão Frederick Wentworth. A família de Anne não concorda com essa relação e a convence romper seu relacionamento amoroso. Anos após Anne reencontra Frederick, agora cortejando sua amiga e vizinha, Louisa Musgrove. Persuasão, é amplamente apreciada, pois tem uma simpática história de amor, de trama simples e bem elaborada, e mostra o estilo de narrativa irônica de Jane Austen. Além disto, é original, pelo fato, entre outros motivos, de ser uma das poucas histórias da escritora que não apresenta a heroína em plena juventude. O romance também é um apanágio ao homem de iniciativa, através do personagem do capitão Frederick Wentworth que parte de uma origem humilde e que alcança influência e status pela força de seus méritos e não através de herança." |
sábado, 10 de julho de 2010
A Massai branca
"Em "A Massai Branca", a autora conta como foi deixar a bem-sucedida vida de dona de butique na Europa para viver na savana africana em uma cabana feita de estrume e debaixo de um calor quase insuportável." A massai branca Comprar |
sexta-feira, 19 de agosto de 2005
sexta-feira, 24 de dezembro de 2004
Os homens que não amavam as mulheres
"Poucas coisas me dão tanto prazer quanto ler um bom livro. Eu acertei em cheio ao seguir a dica da cris sobre "Os Homens que não Amavam as Mulheres". É o 1º da trilogia Millennium e é um livro fascinante. Foge do que estou acostumada a ler ou assistir. Confesso que mistérios nunca foram o meu forte, mas o mistério da família Vanger é tão sedutor que foi impossível desgrudar do livro nos 3 dias que demorei para ler as 522 páginas. Vou comprar os outros 2 livros da trilogia - A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar". Mais detalhes no blog da Katy |
quarta-feira, 22 de setembro de 2004
Dez dicas de leitura para qualquer ano
Dicas da revista Veja:
Dez dicas de leitura
Veja meus livros
veja também: livros-links
/ Blogs e Colunistas
Organize sua biblioteca virtual e converse com amigos sobre seus livros preferidos.
31/07/2011 às 9:02 \ Leituras cruzadas
Dez dicas de leitura para qualquer época do ano
Em edição recente, o jornal americano New York Times preparou uma lista para os que aguardavam pelo verão americano, época de descanso e de dias mais longos, para mergulhar na leitura. São dez clássicos da literatura mundial, importantes por razões literárias ou históricas, que deveriam fazer parte da lista de qualquer um que tenha gosto por literatura, e por isso VEJA Meus Livros aproveita para estender a recomendação:
.
.1. Germinal: a obra-prima de Émile Zola descreve a vida de mineiros de carvão durante uma greve na França de 1860. A descrição idealizada da vida de Etienne e de sua paixão, Catherine, os seus esforços e os seus anseios por uma vida melhor transformam a leitura em algo fascinante. O leitor é transportado para um dos maiores cenários de batalha da Revolução Industrial e passa a compreender a origem dos movimentos trabalhistas de uma maneira como nenhum livro de história poderia ensinar.
.2. Fogo Pálido: não é tão conhecido quanto o perversamente divertido Lolita, também escrito por Vladimir Nabokov, mas deveria sê-lo. É um feito impressionante de imaginação e literatura, diferentemente de qualquer outra novela que eu conheço. É um poema épico, uma aventura sobre a misteriosa terra de Zembla e, acima de tudo, um quebra-cabeças: será que a personagem principal é insana?
.
.3. A Cabana do Pai Tomás: escrito por Harriet Beecher Stowe, autor nascido há exatos 200 anos. Trata-se do romance que tornou impossível para os Estados Unidos tolerar a escravidão por mais tempo. É uma leitura comovente, chorosa e uma janela para os pecados originais do país. É atualmente banida em algumas escolas por utilizar a palavra ‘nigger’ (termo para “negro” considerado pejorativo nos EUA), mas permanece uma fonte poderosa e esclarecedora sobre as dimensões da escravidão americana.
.4. As Vinhas da Ira: é o fabuloso relato de John Steinbeck sobre a luta de uma família de Ocklahoma durante a Grande Depressão. Tom Joad e família abandonam tudo o que possuem para tentar a vida na Califórnia, na esperança de tempos melhores, mas encontram o campo de jogo sempre inclinado contra eles. Com o país ainda se recuperando da Grande Recessão, esse parece ser o momento perfeito para conhecer o difícil trabalho de Tom.
.
5. O Morro dos Ventos Uivantes: escrito por Emily Brönte, talvez seja a maior história de amor da literatura. Catherine precisa escolher entre a sua alma gêmea, Heathcliff, carente de educação e status, e o respeitável Edgard. As personagens resplandecem dolorosamente: elas são moldadas pelas pressuposições do século XIX sobre classe e dominação masculina, mas estão sujeitas a emoções humanas irrepreensíveis.
.
6. Nosso Homem em Havana: comédia e suspense de espionagem de Graham Greene que pode parecer um pouco inculto para a lista. Mas duas lições que nunca aprendemos com a política externa americana é que nada sai como o previsto e que os furos de inteligência são sempre suspeitos. A história de Greene sobre um desafortunado espião em Cuba trabalha essas questões de modo inesquecível. O espião não possui nenhuma informação real para transmitir, então, ele começa a inventar histórias e, a partir daí, a trama torna-se mortal.
.
.7. Nada de Novo no Front: escrito por Erich Maria Remarque, este talvez seja o romance de guerra mais aclamado da história. Ele narra a história de um jovem e seus amigos de colégio que se alistam no exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial e acabam descobrindo que a guerra não é algo glorioso, e sim um pesadelo tedioso.
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8. Os Miseráveis: clássico de Victor Hugo que conta a história de Jean Valjean, liberado da prisão por roubar um naco de pão para alimentar a família da irmã. Ele é constantemente perseguido pelo inspetor Javert através de uma narrativa poderosa, com cenas de caçada mais eletrizantes que qualquer uma dos filmes de James Bond. O livro também explora de forma sublime a temática de classes sociais, de justiça, de redenção e de misericórdia.
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9. Um Estranho Misterioso: não é o trabalho mais famoso de Mark Twain e não faz rir como O Príncipe e o Mendigo ou Um Yankee na Corte do Rei Arthur, mas é uma pequena história que se engalfinha com questões sobre Deus e o mal. É a narrativa de um anjo cruel que cai numa aldeia e provoca estragos. O anjo anima pequenas pessoas de barro e, em seguida, para o próprio divertimento, as destrói com uma tempestade, um incêndio e um terremoto. Como todo Twain, é um livro de leitura fácil, e, mais do que a maioria dos contos, faz pensar.
.
.10. Scoop: de Evelyn Waugh é uma análise divertida da imprensa marrom, focada num escritor de natureza que é despachado por engano para cobrir uma guerra na África. Qualquer um que tenha feito uma cobertura sobre o Iraque ou sobre o Afeganistão sabe que o assunto permanece relevante. E quem fizer a leitura do livro terá a noção do caminho incerto e muitas vezes pouco confiável através do qual a cobertura jornalística chega até o leitor.
Dez dicas de leitura
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31/07/2011 às 9:02 \ Leituras cruzadas
Dez dicas de leitura para qualquer época do ano
Em edição recente, o jornal americano New York Times preparou uma lista para os que aguardavam pelo verão americano, época de descanso e de dias mais longos, para mergulhar na leitura. São dez clássicos da literatura mundial, importantes por razões literárias ou históricas, que deveriam fazer parte da lista de qualquer um que tenha gosto por literatura, e por isso VEJA Meus Livros aproveita para estender a recomendação:
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.1. Germinal: a obra-prima de Émile Zola descreve a vida de mineiros de carvão durante uma greve na França de 1860. A descrição idealizada da vida de Etienne e de sua paixão, Catherine, os seus esforços e os seus anseios por uma vida melhor transformam a leitura em algo fascinante. O leitor é transportado para um dos maiores cenários de batalha da Revolução Industrial e passa a compreender a origem dos movimentos trabalhistas de uma maneira como nenhum livro de história poderia ensinar.
.2. Fogo Pálido: não é tão conhecido quanto o perversamente divertido Lolita, também escrito por Vladimir Nabokov, mas deveria sê-lo. É um feito impressionante de imaginação e literatura, diferentemente de qualquer outra novela que eu conheço. É um poema épico, uma aventura sobre a misteriosa terra de Zembla e, acima de tudo, um quebra-cabeças: será que a personagem principal é insana?
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.3. A Cabana do Pai Tomás: escrito por Harriet Beecher Stowe, autor nascido há exatos 200 anos. Trata-se do romance que tornou impossível para os Estados Unidos tolerar a escravidão por mais tempo. É uma leitura comovente, chorosa e uma janela para os pecados originais do país. É atualmente banida em algumas escolas por utilizar a palavra ‘nigger’ (termo para “negro” considerado pejorativo nos EUA), mas permanece uma fonte poderosa e esclarecedora sobre as dimensões da escravidão americana.
.4. As Vinhas da Ira: é o fabuloso relato de John Steinbeck sobre a luta de uma família de Ocklahoma durante a Grande Depressão. Tom Joad e família abandonam tudo o que possuem para tentar a vida na Califórnia, na esperança de tempos melhores, mas encontram o campo de jogo sempre inclinado contra eles. Com o país ainda se recuperando da Grande Recessão, esse parece ser o momento perfeito para conhecer o difícil trabalho de Tom.
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5. O Morro dos Ventos Uivantes: escrito por Emily Brönte, talvez seja a maior história de amor da literatura. Catherine precisa escolher entre a sua alma gêmea, Heathcliff, carente de educação e status, e o respeitável Edgard. As personagens resplandecem dolorosamente: elas são moldadas pelas pressuposições do século XIX sobre classe e dominação masculina, mas estão sujeitas a emoções humanas irrepreensíveis.
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6. Nosso Homem em Havana: comédia e suspense de espionagem de Graham Greene que pode parecer um pouco inculto para a lista. Mas duas lições que nunca aprendemos com a política externa americana é que nada sai como o previsto e que os furos de inteligência são sempre suspeitos. A história de Greene sobre um desafortunado espião em Cuba trabalha essas questões de modo inesquecível. O espião não possui nenhuma informação real para transmitir, então, ele começa a inventar histórias e, a partir daí, a trama torna-se mortal.
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.7. Nada de Novo no Front: escrito por Erich Maria Remarque, este talvez seja o romance de guerra mais aclamado da história. Ele narra a história de um jovem e seus amigos de colégio que se alistam no exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial e acabam descobrindo que a guerra não é algo glorioso, e sim um pesadelo tedioso.
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8. Os Miseráveis: clássico de Victor Hugo que conta a história de Jean Valjean, liberado da prisão por roubar um naco de pão para alimentar a família da irmã. Ele é constantemente perseguido pelo inspetor Javert através de uma narrativa poderosa, com cenas de caçada mais eletrizantes que qualquer uma dos filmes de James Bond. O livro também explora de forma sublime a temática de classes sociais, de justiça, de redenção e de misericórdia.
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9. Um Estranho Misterioso: não é o trabalho mais famoso de Mark Twain e não faz rir como O Príncipe e o Mendigo ou Um Yankee na Corte do Rei Arthur, mas é uma pequena história que se engalfinha com questões sobre Deus e o mal. É a narrativa de um anjo cruel que cai numa aldeia e provoca estragos. O anjo anima pequenas pessoas de barro e, em seguida, para o próprio divertimento, as destrói com uma tempestade, um incêndio e um terremoto. Como todo Twain, é um livro de leitura fácil, e, mais do que a maioria dos contos, faz pensar.
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.10. Scoop: de Evelyn Waugh é uma análise divertida da imprensa marrom, focada num escritor de natureza que é despachado por engano para cobrir uma guerra na África. Qualquer um que tenha feito uma cobertura sobre o Iraque ou sobre o Afeganistão sabe que o assunto permanece relevante. E quem fizer a leitura do livro terá a noção do caminho incerto e muitas vezes pouco confiável através do qual a cobertura jornalística chega até o leitor.
segunda-feira, 7 de junho de 2004
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